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Foi-se o tempo em que, na hora do aperto, a única alternativa era recorrer à Caixa para penhorar a aliança de casamento. Hoje, no Brasil, o acesso ao crédito pessoal está rápido e fácil e a oferta é abundante. Mas, por isso mesmo, há cuidados a serem tomados, para que o que parecia solução não se transforme em um enorme problema. E é nessa hora que você pode contar com o CreditoPessoal.org. Aqui, você fica por dentro de tudo que interessa em termos de crédito pessoal. Porque, com a informação certa em mãos, você porssde tomar a decisão mais adequada não só para a sua necessidade imediata como também para o seu futuro.
Crédito consignado virou sinônimo de crédito pessoal
A explosão do crédito pessoal no Brasil está diretamente ligada ao chamado crédito consignado. Nesta modalidade de empréstimo, o valor total da transação é pago em prestações mensais debitadas diretamente da folha de pagamento do assalariado. Mas para que isso aconteça, em geral, a empresa onde você trabalha precisa ter algum tipo de convênio com algum tipo de instituição que ofereça esses empréstimos. E como os governos federais e estaduais têm esses convênios, ficou mais fácil que nunca para aposentados e pensionistas tomarem dinheiro emprestado.
Esse “boom” de crédito pessoal provocou, então, grande movimentação no mercado, tanto da parte de quem empresta quanto da parte de quem toma dinheiro emprestado. Hoje, lojas como o Magazine Luiza, por exemplo, ofertam crédito pessoal lançando mão da mesma estrutura usada para vender eletrodomésticos. Além disso, em especial no interior, em cidades de médio porte, há os chamados “pastinhas”, que são vendedores de crédito pessoal espalhados pelas ruas de maior movimento e à cata de clientes que queiram dinheiro na mão. E tudo isso prova que um das fatias mais cobiçada hoje no mercado de crédito pessoal é a camada de baixa renda, considerada fiel pagadora e sempre feliz da vida por entrar, finalmente, na ordem consumista que marca nossos tempos.
Regulamentação
Quem regula a cessão de crédito pessoal no país é o Banco Central. Mas entre o banco Central e o “pastinha” há um sem número de intermediários. Isso acontece principalmente porque, quando o governo baixou medidas que popularizam essa modalidade de oferta de empréstimo nos anos 90, os grandes bancos não prestaram atenção à novidade. Foram os bancos de médio porte, como o Cacique, o Bonsucesso, e outros, que levaram a sério a oportunidade e passaram a contratar escritórios de representantes para terceirizar seus serviços, já que esse bancos não possuem uma grande estrutura de agências. E esses escritórios, por sua vez, contratam os tais “pastinhas”. Em geral, o trabalho é todo corretamente executado, apesar de não ser raro a denúncia de que o “pastinha” andou cobrando taxas a mais – que ficam no bolso dele mesmo.
De todo modo, os empréstimos dessa linha de crédito pessoal ainda são melhor opção do que ficar dependurado no cartão de crédito ou no cheque especial. A taxas variam um pouco de banco para banco e de um mês para outro, mas só para se ter uma idéia do tamanho da diferença basta olhar para os números de julho de 2007 quando a linha direcionada às pessoas físicas tinha taxa mensal de 8,23 por cento no cheque especial, com o cartão de crédito nacional chegando a até 12 por cento ao mês, enquanto a média do crédito pessoal ficou em 5,29 por cento ao mês.
Informação constante
O mercado brasileiro de crédito pessoal é hoje muito competitivo e, por isso mesmo, em geral, é vantajoso para o consumidor, em especial se ele estiver bem-informado. Por isso, fica aqui nosso convite a você: visite a nossa página com regularidade para saber das novidades, problemas e oportunidades em termos de crédito pessoal. Também para sua comodidade, nós disponibilizamos gratuitamente um serviço de RSS que coloca a informação sempre atualizada diretamente no seu email, para que você esteja sempre por dentro dos pros e contras desse tipo de oferta de crédito.