A urgência da sua necessidade não pode nem deve ofuscar sua mente. Portanto, respire fundo e leia com calma a informaçào a seguir. O mercado de crédito pessoal no Brasil está hoje cheio de ofertas e você com certeza conseguirá resolver o seu problema urgente.
Se você tem conta corrente em banco, comece verificando no website deles a oferta de financiamento online. Algumas das instituições resolvem este problema para você num piscar de olhos. O Itaú, por exemplo, oferece empréstimos via Internet, telefone e caixa eletrônico, enquanto, em contrapartida, o Bradesco só resolve as coisas com uma visita à sua própria agência bancária.
Mas se o seu banco não resolve isto de forma assim tão rápida, avalie o tamanho da sua urgência para ver se ainda assim é viável levar seus documentos à agência para estudar a liberação de dinheiro. E se isto não for mesmo uma opção para você, busque então as financiadoras.
Para quem é funcionário público ou aposentado há ainda uma série de instituições ofertando o crédito consignado com o abatimento das prestações de modo automático no seu salário ou pensão. Há também vasta oferta no mercado de crédito pessoal rápido para quem tem carteira assinada – alguns deles, inclusive com pagamento através de cheque pré-datado. E mesmo aqueles que não têm comprovação de renda ou que estão com nome sujo na praça – com o nome constante dos cadastros do SPC e/ou SERASA – têm hoje a possibilidade de acesso à crédito. E de modo rápido.
Mas aqui é importante levar em consideração que os juros, os custos, costumam ser proporcionais ao risco que o emprestador do dinheiro acredita estar correndo.
A avaliação de um cadastro para liberação de empréstimo não passa mesmo disso: eles estão querendo ver é o tamanho do risco que estão correndo de não rever o dinheiro. E quem chega sem emprego fixo e com o nome sujo, claro, representa para eles um risco maior do que o trabalhador com carteira assinada e que não está devendo nada a ninguém.
Acontece que, certas empresas que emprestam dinheiro acham que vale a pena correr esse risco mas, para tanto, eles querem ganhar mais dinheiro, ou seja, vão cobrar juros mais altos.